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<title>A Memória Inventada</title>
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<description>Vasco M Barreto</description>

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<description> A história de Pedro e o Lobo has been greatly exaggerated. O MI acaba mesmo aqui. Queria agradecer às seguintes ilustres pessoas, que passo a enumerar com um rigor pittiano por ordem de entrada na minha actividade de bloga: Miguel Esteves Cardoso, Zé Mário Silva, Pedro Mexia, Pedro Lomba, um rapaz que foi a pessoa mais simpática de sempre da blogosfera e fazia um blogue sobre cinema mas cujo nome agora me escapa, Tiago Cavaco, S., maradona, Sara Pais, Henrique Silveira, Alexandre Andrade, Carlos do Carmo Carapinha, Santiago, João Sedas Nunes, Ana Sá Lopes, Fernanda Câncio, Lourenço, Shyznogud, Ana Matos Pires, Pedro Marques Lopes, Ana de Amsterdam, Tiago Mendes, Eduardo Pitta, Rogério Casanova e Miss Allen....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
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<title>Hi5, low5</title>

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<description>O Francisco surpreende-se mas aceita que 3 500 000 de portugueses já se tenham conhecido pelo Hi5, acusando depois alguma melancolia. Eu não engulo o número e adio a melancolia. Em 2006 havia mais de 3.6 milhões de internautas lusos e - para facilitar a discussão - aceito até que em 2008 o número esteja próximo dos 7 milhões. Mas isso significaria que 3 em cada 6 portugueses aderiram e usam o Hi5. Ou eu conheço sistematicamente os outros 3 indivíduos do grupo de 6 - e admito que a minha faixa etária não seja aquela em que o Hi5 penetra melhor - ou o número está errado. Haverá uma explicação para o erro? O meu primeiro chefe dizia-me para não ver zebras onde há apenas cavalos, isto é, aconselhava-me a ser parcimonioso nas minhas hipóteses, pois a parcimónia é uma espécie de código postal do método científico. Ora bem, a hipótese menos exuberante é alguém ter acrescentado um zero. Mas talvez não ande a ver zebras se pensar que contaram o número de novas interacções entre indivíduos e não o número de indivíduos que aderiram ao site. Vamos decompor. Imagine que 10 portugueses aderem ao Hi5 e que todos comunicam uns com os outros. Quantos portugueses se conheceram pelo Hi5? Eles são só 10, mas na verdade produziram 45 interacções diferentes - novos conhecimentos, se preferir. Há uma fórmula matemática para isto. Mas há também os dedos da mão. Abra as duas mãos com as palmas voltadas para si, comece no polegar esquerdo e conte em quantos dedos diferentes consegue tocar com esse polegar. Nove, certo? Use agora o dedo seguinte ( indicador da mão esquerda) e repita o mesmo exercício. Agora só já conta 8, pois o contacto entre o polegar e o indicador esquerdos seria repetir uma interacção prévia. Continuando a mudar de dedo, conta sucessivamente 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1 novos contactos. Ao chegar ao polegar direito, são 0 as novas interacções, pois todos os outros dedos já haviam tomado a iniciativa de o conhecer. Somando tudo, temos 9+8+7+6+5+4+3+2+1=45. Ou seja, 10 portugueses no Hi5 geram 45 potenciais conhecimentos. E quanto mais popular for o site, maior será a disparidade entre o número de conhecimentos potenciais e o número de inscritos. Quantos portugueses são suficientes para produzir 3 500 000 interacções? Menos de 3000. 3 500 000 novas interacções não deixa de ser um número brutal. O que me parece errado é tentar explicar a popularidade do site com uma suposta idiossincrasia nacional, o que é um hábito frequente quando escrevemos para os nossos. Estes sites de socialização são populares a uma escala global, o que temos aqui é um fenómeno novo no tempo e não no espaço. Também discutir como se este fenómeno matasse formas de socialização tradicionais me parece falacioso. Não só o largo deixou de ser o centro do mundo ainda no tempo de Manuel da Fonseca, como estes sites muitas vezes apenas complementam a rede convencional de contactos ou a potenciam, pois podem ser uma antecâmara para interacções futuras em carne e osso. E já nem falo das pessoas que ficam geralmente excluídas das interacções sociais normais e que por causa da internet conhecem os seus pares....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-17T03:33:24-05:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://memoria-inventada.weblog.com.pt/arquivo/2008/02/#411734">
<title>Palavras preferidas</title>

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<description>Para a Ana e o Lourenço Mama: é a nossa palavra mais generosa. Não tem só o sentido no som, chega a ser a sensação. Todas as outras palavras associadas a tentações encerram o gérmen da frustração, mas esta substitui-se ao objecto. Creio mesmo que este vocábulo é um dos poucos consolos para quem gosta de mulheres. Pejorativo: esta não é pela fonética, entra na galeria por via biográfica. Escrevi-a mal aos 17 anos, na Prova Geral de Acesso, e apercebi-me disso à saída da sala. Passei os dias seguintes a sublimar e antes de a nota ser lançada já me agradava a ideia de renunciar aos estudos superiores e ir para ajudante de carpinteiro em Ourique. Não foi o que veio a acontecer, mas desde então, sempre que leio esta palavra, tenho um flashback para essa vida paralela; isto por vezes gera efeitos curiosos, como andar agora obcecado com a ideia de comprar um louceiro e ver o louceiro que gostaria de ter na minha cozinha lá na outra vida, em Ourique, na carpintaria, comigo a dar-lhe os acabamentos finais. murmúrio: um gosto antigo, mas que não me fidelizou na leitura de Lídia Jorge, de quem só conheço as primeiras páginas de O dia dos prodígios - apesar de ter um começo portentoso. (continua)...</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-16T05:47:30-05:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://memoria-inventada.weblog.com.pt/arquivo/2008/02/#411733">
<title>Tempo real</title>

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<description>Regressada da Alemanha, onde perdeu o namorado para uma nativa, nem um ano passou para que voltasse a falar com ele à distância, como grandes amigos. Quando também ele regressou, a amizade consolidou-se ainda mais. A nova namorada veio com ele e, para surpresa de todos, as duas deram-se muito bem. Tornaram-se até a melhor amiga uma da outra. O problema só surgiu uns meses depois, quando a alemã abandonou o alemão e passou a comunicar em português. Sempre que a ouvia, a outra não conseguia evitar traduzir imediatamente em pensamento o português da alemã para alemão. Era como se não permitisse que a namorada do seu antigo namorado lhe roubasse agora a língua. Como se a rechaçasse. Mas o seu alemão era fraco e, absorta na tradução, ela perdia sempre o fio à conversa, ao ponto de a alemã chegar a pensar se a outra não estaria a perder faculdades mentais. Quando o ex-namorado procurou inteirar-se do que se passava, recebeu dela uma resposta que o deixou desconcertado. &quot;Tinhas de ser diferente dos outros? Não podias ter arranjado uma brasileira, canalha?&quot; Não o voltaria a ver, nem a ela....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-16T05:21:05-05:00</dc:date>
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<title><![CDATA[<a href="http://acausafoimodificada.blogs.sapo.pt/">Ah</a>, Yosemite National Park, onde nunca estive]]></title>

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<description>Theodore Roosevelt, à direita de John Muir, que o tem à sua esquerda. Confesso que primeiro confundi John Muir com Buffalo Bill Cody e que foi já na fase de confirmação com suporte pictórico que dei pelo erro....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
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<description> Gerhard Richter Seestuck (Gegenlicht) / Seascap (Contrejour) 1969 200 cm X 200 cm Oil on linen...</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
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<title>Eu também afundei muitos porta-aviões</title>

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<description>Segundo João Miranda, o importante é que a retirada das tropas americanas se faça sem avisar o inimigo, os aliados e até as tropas americanas propriamente ditas....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
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<title><![CDATA[<i>What went wrong?</i>]]></title>

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<description>A Inglaterra dos últimos anos não parece ser a Inglaterra dos ingleses. A morte de um brasileiro no metro provou que o license to kill não é só coisa de ficção, os dados fiscais de 25 milhões foram apagados, um líder religioso de topo propôs alguma abertura à sharia, o governo elaborou um cadastro académico electrónico dos seus cidadãos a partir dos 14 anos de idade. Ora bem, temos aqui um ataque às liberdades individuais por imperativos securitários, um caso de incompetência terceiro-mundista, sinais de laicidade débil e tiques de Big Brother. Parece-me irrefutável concluir que os ingleses estão agora a sofrer as consequências do regresso à pátria, nos anos 70, dos oxfordianos Vasco Pulido Valente e Maria Filomena Mónica....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-14T01:28:12-05:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://memoria-inventada.weblog.com.pt/arquivo/2008/02/#411581">
<title>Não é fácil esquiar na esteira de Bush</title>

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<description>Independentemente do futuro adversário de McCain, cresce já a curiosidade de ver como o seu passado de prisioneiro de guerra será instrumentalizado pelos republicanos. À partida, trata-se de um trunfo indiscutível, mas sobra um problema. Nenhum dos adversários possíveis de McCain combateu numa guerra como a do Vietname, sem que para isso tivesse de arranjar estratagemas de mérito duvidoso. O republicano que agora ceder à tentação de explorar a coragem e o martírio de McCain, só nos estará a recordar a forma indecente como no confronto prévio entre Bush e Kerry o seu partido branqueou os privilégios deste (ficou a brincar de aviador nos EUA) e diminuiu os feitos daquele (foi para a guerra e veio de lá condecorado). McCain pode ser o melhor candidato para os Republicanos, só que estes não são o melhor partido para McCain....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-13T09:13:07-05:00</dc:date>
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<title>&quot;Tinha a inibição do mal, que é própria do narcisismo profundo&quot;</title>

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<description>Esta é a minha história que a memória abreviou, quando não é que a modéstia a repreende. Somos sempre muito faladores com o insignificante e muito calados com o que nos assusta. Assusta-nos o íntimo das nossas vidas, por passarmos todas as portas sem pensar que elas se fecham para sempre atrás de nós. Não podemos voltar para compor o inacabado ou as palavras soltas ou a que faltou experiência. A criança de seis anos que eu era andava sozinha pela avenida onde cresciam as grandes tílias e só os pássaros se ouviam como guardas dos meus passos, teve o primeiro pressentimento do extraordinário. Disse para mim: &apos;Estou num lugar, numa hora, numa vida que não me são desconhecidos&apos;. É esse entendimento de que a nossa vida é repetição e pode ser corrigida a ponto de produzir uma forma de profecia, aquilo que nos abençoa e protege e alegra. Fazendo com que o sofrimento tenha sentido no mundo. Agustina Bessa-Luís, O livro de Agustina Entre outros encantos, trata-se de um textozinho que os editores da Guerra e Paz esticaram até à forma de livro, o que é bom para a indústria da celulose e faz com que o leitor experimente uma ilusão de agilidade mental muito prazenteira, pois numa hora despachamos uma vida e vamos ainda mais embalados pelo rápido virar de página naquela urgência de cunhar máximas. Amigos chegados descobriram várias gralhas e construções bizarras no opúsculo. Sobre estas, a própria Agustina confessa gostar de fazer heresias à gramática; sobre aquelas, quem lê o MI não ficará surpreendido que eu tenha apenas descoberto uma (“Era um judia alemã”, página 60). A apetitosa história de como conheceu o marido, já sobejamente conhecida, não é mencionada. Aliás, o marido e a filha praticamente não aparecem, o que me parece muito inovador, positivo e consistente com o narcismo profundo e a forma como se compara a sua mãe. Uma última citação me parece pertinente para a blogosfera. Explica parte da relação do blogger com os seus leitores e, também, o relativo desprezo pelos anónimos e pela gente que não se materializa nas nossas vidas: Nesse tempo trocava correspondência com desconhecidas só pelo gosto epistolar, e via que exercia um poder sobre elas que não era vulgar. Não as considerava amigas, mas sim o pretexto para eu escrever mais e mais. &apos;Eu não preciso de amigos, preciso de quem me leia&apos;, dizia eu. Ficavam muito ofendidas, com razão, porque eu as ignorava e não lhes conferia qualidade humana. Eram fruto da minha experiência literária à qual eu sacrificava tudo, como o conde de Frankenstein sacrificou à ciência....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-13T06:06:36-05:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://memoria-inventada.weblog.com.pt/arquivo/2008/02/#411523">
<title>3%</title>

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<description>De acordo com as contas da visão, Barroso recebeu no ano passado 277 mil euros de prémios, mesmo sem realizar qualquer transplante. Em declarações à Visão, o médico explica que a situação foi negociada com a tutela, mas acaba por admitir que o valor é exagerado, pelo que mandou reduzir em 3%, o montante que recebe. Fonte Barroso oferece-nos uma boa oportunidade para tentarmos uma variação sobre a regra de Goebbels de que repetir uma mentira até à exaustão faz uma verdade. Será que reiterar uma proposta absurda é capaz de gerar uma proposta sensata? Quantas vezes terá Barroso de pedir uma redução de 3% sobre a sua anterior proposta para que deixemos de rir? À trigésima correcção de 3% sobre o valor anterior, ele ainda receberia acima de 100 000 euros por não ter realizado um único transplante. Por outras palavras, a máxima de Goebbels é aplicável, mas exige uma incomensurável paciência. Mea culpa (pensei como dava mais jeito): &quot;&quot;Não estou ao corrente do tema e, de qualquer modo, parece-me, à partida, um número muito grande para quem não tenha feito qualquer transplante. Pela leitura da notícia, contudo, duas coisas parecem ser sugeridas: (1) A redução de 3% não será relativa aos 277 mil euros, mas sim à percentagem de que ele usufruirá no tal contrato. Lê-se no artigo: &quot;O cirurgião considera os prémios exagerados e garante que por iniciativa própria já propos baixar em 3 pontos a percentagem que usufrui.... Se, por exemplo, ele receber 10% [do que quer que seja], uma descida de 3 pontos percentuais significa uma descida percentual de 30% (dos tais 277 mil euros). Para não variar, o artigo é confuso e não tem toda a informação. (2) Outro aspecto que parece facilmente criticável, mas que não temmnecessariamente de o ser, é o facto de o sujeito em causa receber um certo montante - avultado, é um facto - mesmo tendo feito &quot;zero&quot; transplantes. Longe de conhecer o tema, lembro que um &quot;Director Comercial&quot; pode e deve receber prémios dependentes das vendas - mesmo que ele próprio não seja &quot;directamente&quot; responsável por uma facturação adicional. Segundo o artigo, os incentivos dizem respeito ao cargo de &quot;director de serviço de transplantação&quot; (do Curry Cabral). Em teoria, e mesmo sem conhecer os detalhes exactos desde processo, faz sentido que tal cargo esteja sujeito a prémios relativamente elevados (comparativamente a quem faz de facto os transplantes). Daí a achar que 300 mil euros são um número razoável vai uma diferença grande, mas que por ignorância não pode ser propriamente aferida.&quot;. TM, leitor devidamente identificado....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-12T09:23:41-05:00</dc:date>
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<item rdf:about="http://memoria-inventada.weblog.com.pt/arquivo/2008/02/#411519">
<title>Contagem decrescente para o grande bicentenário</title>

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<description>Darwin nasceu há 199 anos e daqui a precisamente um ano teremos uma exposição sobre Darwin em Portugal. Já há um blogue que pode ser visitado por todos, incluindo Jónatas Machado....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
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<title>Estou perplexo</title>

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<description>Fui ao Frágil e vim de lá com a impressão de que o João Galamba é mesmo giro....</description>
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<item rdf:about="http://memoria-inventada.weblog.com.pt/arquivo/2008/02/#411499">
<title>Contorcionistas sociais</title>

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<description>Pessoas que estendem a mão e desviam os olhos....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
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<item rdf:about="http://memoria-inventada.weblog.com.pt/arquivo/2008/02/#411372">
<title>Maria João Marques</title>

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<description>Os milhares de caracteres que a senhora Maria João Marques tem escrito nos últimos dias levam-nos a crer que: 1. Maria João Marques deve ser péssima para as pessoas em geral, visto que não hesita em trazer para a sua pocilga o nome das grandes amigas de Maria João Marques. 2. A raiva perturba o raciocínio de Maria João Marques e o medo ainda perturba mais o raciocínio de Maria João Marques. 4. Maria João Marques não sabe pedir desculpas em público, talvez pelo uso continuado do confessionário - o que é lícito supor em Maria João Marques. Em síntese, como com raro brilho alguém escreveu sobre Maria João Marques, Maria João Marques embaraçou-nos a todos com um &quot;suicídio de carácter&quot; público....</description>
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<dc:creator>VBarreto</dc:creator>
<dc:date>2008-02-10T06:15:56-05:00</dc:date>
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